Não é de hoje que a diretoria do Clube do Remo tenta viabilizar estratégias para se livrar do temido leilão do Carrossel, área anexa ao estádio Evandro Almeida, o Baenão.
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) decidiu pelo leilão do patrimônio azulino, alegando que a instituição não conseguiu negociar a área em tempo hábil para evitar o processo de venda por licitação para quitar dívidas trabalhistas com ex-funcionários e jogadores.
A reportagem do Diário On Line (DOL), entrevistou o vice-presidente do Clube do Remo, Maurício Bororó, para falar sobre a medida do Tribunal. "Apesar da situação contrária, estamos confiantes em reverter este quadro. Nós da diretoria do Remo, acompanhados da equipe do departamento jurídico com Ronaldo Passarinho e Pablo Coimbra, reunimos na noite de ontem (30) para traçar estratégias e tentar recorrer da decisão do leilão. Vamos nos concentrar dentro das normas jurídicas", afirmou Bororó.
O leilão da área do Carrossel está marcado para o dia 25 de outubro.
(Ronald Sales/DOL)
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