A diretoria de segurança do Paysandu quer que a Polícia Militar faça uma corrente de isolamento nos alambrados do estádio da Curuzu, na partida entre Papão e Oeste-SP, marcada para as 16h20 do sábado (9), pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
A ideia partiu do diretor de segurança do Bicola, Carlos Silva, que deve reforçar a sua equipe para o jogo deste final de semana, para tentar coibir qualquer tipo de imprevisto.
“Vamos ter uma reunião na sexta-feira (8) com a Polícia Militar. Nossa proposta é colocar guarda-corpos nos alambrados das arquibancadas atrás dos gols e também na arquibancada lateral. Homens da PM estarão devidamente posicionados para que o torcedor não toque no alambrado. Também teremos 25 seguranças, 20 voluntários que trabalharão como brigadistas e socorristas e mais 12 pessoas que irão me auxiliar na gestão da equipe”, revelou.
O temor dos bicolores é que uma nova confusão ou qualquer incidente gere mais argumentos para que a promotoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) peça a interdição do estádio da Curuzu e o aumento da pena de perda de mando de campo e da multa.
“Se acontecer qualquer coisa diferente na Curuzu. Se qualquer objeto for jogado para dentro do gramado nós podemos ter o estádio interditado, por isso vamos reforçar a segurança”, disse o diretor jurídico do Papão, Alberto Maia.
Em julgamento no STJD na tarde da quarta-feira (6), o Bicola foi punido com a perda de seis mandos de campo e uma multa de R$ 80 mil por causa dos protestos violentos ocorridos na Curuzu no jogo contra o Avaí-SC, pela 31ª rodada da Série B.
(Felipe Melo/DOL)
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