Sabendo da importância do feito para a história do clube e do próprio futebol paraense, o Clube de Periçá resolveu, depois de anos, transformar o registro em marca. Na última segunda-feira (18), foi lançada oficialmente a pré-venda da camisa comemorativa número 33, a ser usada pela grande contratação azulina, que irá vestir o manto sagrado, mas ainda com a identidade guardada a sete-chaves.
A iniciativa, no entanto, ainda divide opiniões acerca de seu nascimento. O benemérito e pesquisador azulino Orlando Ruffeil garante ter sido dele a ideia. “Eu lancei a ideia em uma reunião aberta e participaram Assoremo, torcedores, dirigentes, conselheiros e imprensa. Faz uns três meses. O presidente Zeca Pirão aprovou a ideia e os diretores ficaram empolgados. Dei a ideia para o Sergio Cabeça, mas ele não levou adiante, já o Pirão é prático”, diz.
Já a atual diretoria prefere não levantar a paternidade e diz apenas torcer pelo sucesso da campanha. “Foi da atual diretoria, mas isso não importante, o que queremos é que dê certo e que o Remo seja o maior beneficiado”, registra Thiago Passos. Seja quem for o pai da criança, o certo é que a campanha vem dado certo e até o momento mais de mil unidades já foram vendidas, na loja da Nação Azul, na sede social e nos sites da Nação Azul e Clube do Remo, no valor de R$ 150,00, no dinheiro, cheque e cartão.
Além de proporcionar à torcida mais um “mimo” histórico, as vendas da camisa irão alavancar os cofres do clube. Ao custo de R$ 150,00 o valor total das 11 mil unidades alcançará extraordinários R$ 1.650,000,00, ficando o lucro líquido do clube em torno de R$ 1.000.000,00 decorrente da fatia de pouco mais de R$ 90,00 por cada unidade vendida. O dinheiro arrecadado servirá para custear os salários de jogadores e comissão técnica, além de colocar em dia as finanças do clube.
(Diário do Pará)
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