O acidente na Arena Corinthians (Itaquerão), na manhã desta quarta-feira (27), levanta questionamentos sobre a segurança dos operários da construção civil, em especial os que trabalham nas obras dos estádios de futebol. Em Belém, o estádio Evandro Almeida (Baenão) está em reformas para melhor acomodação do público e, um dia depois do acidente em São Paulo, o assunto é comentado entre quem trabalha na arena do Clube do Remo.
O pedreiro Renato Ferreira acompanhou o acidente na capital paulista e mostrou a preocupação com o ocorrido. "É triste um fato como esse, ficamos sentidos com as pessoas que perderam suas vidas; aqui no Baenão a gente consegue trabalhar bem, com total condição de apoio e segurança".
A diretoria do Remo também toma providências para o andamento das obras sem incidentes. "A estrutura usada na obra do Itaquerão é diferente da utilizada no Baenão. Temos todo o cuidado quanto à segurança e a legalidade da reforma no estádio, junto com as autoridades legais", afirmou o presidente azulino, Zeca Pirão.

(Obras no estádio azulino sendo acompanhadas diariamente pelo presidente do Remo, Zeca Pirão. Foto: Diego Beckman)
Ainda sobre a reforma no Baenão, o presidente azulino conclui que a capacidade do estádio para os primeiros jogos do Parazão será de 15 mil pessoas. "Vamos concluir a obra da rampa na arquibcanda e depois de concluir a obra no gramado e no alambrado, vamos para o trecho das cadeiras e camarotes, interditando a área para evitar acidentes".
(Diego Beckman/DOL)
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