Para discutir os procedimentos operacionais de segurança nos estádios, bem como dos diversos setores e órgãos durante as partidas de futebol do Campeonato Paraense 2014, órgãos de segurança pública, entidades esportivas e clubes se reuniram anteontem, na Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, presidida pelo promotor de Justiça Domingos Sávio.
Durante o encontro foi exposta a falta de recursos para executar obras de restauração nos diversos estádios paraenses, dentre eles o Mangueirão. Além dos problemas estruturais, também foi ressaltado pelos participantes as dificuldades na segurança durante os jogos, principalmente em clássicos entre Remo e Paysandu.
Os representantes de Leão e Papão relataram que além dos custos com os estádios do Baenão e da Curuzú, realizam gastos com o Mangueirão, como a contratação de catracas, já que as pertencentes ao estádio estão sucateadas e ainda pagam a taxa de R$ 8 mil por jogo realizado, fruto da falta de investimento e manutenção do Governo do Estado.
De acordo com o promotor de Justiça Domingos Sávio Campos, “é uma contradição o Governo do Estado patrocinar o campeonato paraense e não melhorar a infraestrutura do Mangueirão, gerando custos para os clubes e situações inseguras ao torcedor”, criticou.
No início da semana, em outra reunião, os promotores discutiram a segurança nos estádios e a necessidade de efetuar vistorias nestes ambientes onde serão realizados jogos Parazão 2014.
(Diário do Pará com informações do MP)
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