plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 24°
cotação atual R$


home
ESPORTE PARÁ

Estádio azulino voltará repaginado em breve

Quando começar o Campeonato Paraense, o Clube do Remo mandará seus jogos no Mangueirão. Não que isso seja um fato inédito, mas pelos motivos apresentados, se torna suficiente acreditar que a saudade se dá por um bom motivo. Afinal de contas, ter um est

twitter Google News

Quando começar o Campeonato Paraense, o Clube do Remo mandará seus jogos no Mangueirão. Não que isso seja um fato inédito, mas pelos motivos apresentados, se torna suficiente acreditar que a saudade se dá por um bom motivo. Afinal de contas, ter um estádio revitalizado, com estrutura digna e conforto para os torcedores, é um bom caminho para conduzir uma equipe às vitórias.

O primeiro turno do Parazão deve ser todo jogado no Edgard Proença, só depois, com as obras no Evandro Almeida bastante adiantadas, será possível promover o aguardado reencontro com o Fenômeno Azul. “É por um bom motivo”, diz o torcedor Marcelo Duarte. Ele acredita que a torcida só aguarda que as obras respeitem o cronograma e que saia como o prometido. “Já que a diretoria está fazendo tudo isso, que ela cumpra com a promessa. O torcedor cobra e tem direito, porque acima de tudo apoia em todos os momentos, então, é justo com todos nós”, avisa.

O esforço de manter-se longe, aliás, é compartilhado não só pela torcida, como entre os próprios jogadores, que o diga o meia Ratinho, figura carimbada e veterana dos estádios onde o Remo mandará seus jogos. “O Baenão é a casa do Remo, onde a torcida se sente em casa e pressiona qualquer adversário, mas esse tempo será bom, porque o clube passa por uma renovação e faz bem a todos”, acredita.

O estádio foi interditado no final do ano passado para a construção de um bloco com camarotes, cadeiras cativas e nova iluminação. O gramado foi totalmente trocado, assim como os antigos alambrados, que estão dando lugar a modernas placas de blindex, tudo possibilitado através de parcerias entre o clube e
empresários.

Diretoria faz as suas projeções

De acordo com o vice-presidente azulino, Maurício Bororó, no final de fevereiro ou mais provavelmente já no início de março, quando começa o segundo turno, será possível o estádio receber jogos do Campeonato Paraense. “Ainda não definimos nada porque o Baenão está em obras. Esperamos que até o fim do mês de fevereiro a gente possa levar alguns jogos para lá, com carga reduzida em torno de 10 mil pessoas. Mas, antes, nós vamos pedir a fiscalização dos Bombeiros e órgãos competentes”, explica.

“O gramado já foi concluído. Logicamente que ele foi plantado há pouco tempo, e o responsável, o engenheiro Cacá Maneschi é quem vai responder por todos os detalhes técnicos, mas a gente acredita que mais um mês ele já vai estar pronto. Já colocamos uma parte do blindex, e a outra vamos iniciar essa semana. Com, no máximo duas semanas, vamos terminar a colocação”.

Quanto à conclusão total das obras, envolvendo camarotes e cadeiras vips, o prazo é um pouco maior, mas praticamente definido. “A previsão é para março, fim de mês. Já começamos a fazer a fundação, o presidente está lá todos os dias para acompanhar. O prazo - o que não significa que seja nesta data, pois existem contratempos - é esse”, observa. Está sendo erguido um tapume para separar a construção, atualmente no processo de fundação, do restante do estádio.

Mangueirão, um palco de partidas memoráveis

Embora o Baenão seja a casa azulina, em determinados momentos de sua história, foi longe dali que a estrela do Clube do Remo brilhou com maior intensidade. Grandes públicos já prestigiaram partidas memoráveis no Mangueirão, que abrigará os jogos do clube neste início de temporada. Algumas desastrosas e outras memoráveis. Não são poucos os momentos, e correndo o risco de injustiças em numerá-los, temos alguns exemplos.

Começando pelo pior, quem não se lembra do dia 9 de abril de 1996? Na ocasião, o clube disputava as oitavas de finais da Copa do Brasil - empatara o jogo de ida contra o poderoso Corinthians, em Presidente Prudente, e jogava por uma simples vitória em casa para avançar na competição. Mais de 35 mil pessoas viram o Leão sair na frente com Junior, até que aos 47 do segundo tempo, Castor foi tentar cortar uma bola e acabou marcando gol contra, eliminando o Remo de forma traumática.

Mas o que todos preferem lembrar é do ano de 2005, sem dúvida. Em 18 de novembro de 2005, depois de uma campanha espetacular, toda no Mangueirão, com direito a maior média de público das Séries A, B e C – o que rendeu à torcida azulina o apelido de Fenômeno Azul -, o Remo enfrentava o Tocantinópolis no primeiro mata-mata do Brasileiro terceira divisão, no jogo mais icônico daquela campanha, onde a raça prevaleceu.

Quarenta mil pessoas assistiram a um jogo emocionante, onde o Remo precisava ganhar por três gols de diferença. E a vitória com o saldo desejado veio só no finalzinho, com um gol de pênalti de Osny. Depois vieram outros jogos eliminatórios contra Abaeté (PA) e Nacional (AM), e o quadrangular decisivo diante de Novo Hamburgo (RS), América (RN) e Ipatinga (MG). Já com toda a atenção da mídia nacional pelos feitos das arquibancadas, o Remo não decepcionou e conquistou o primeiro campeonato nacional de sua história.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Pará

    Leia mais notícias de Esporte Pará. Clique aqui!