Ao longo da sua história, o Paysandu Sport Club teve jogadores que ficaram imortalizados na memória do torcedor. Os ídolos marcaram seu nome ao longo dos cem anos de existência do clube.
Tudo começou com Antônio Barros Filho. Quem é ele? O Suíço, que se tornou uma espécie de "coringa", pois atuava em várias posições. O jogador gostava de atuar no meio de campo e tratava o clube bicolor como uma religião. O atleta morreu ainda jovem, aos 23 anos, e, um ano após a sua morte, durante um Re x Pa, o espírito do jogador teria aparecido para o goleiro João Moraes antes de pênalti para o rival. O arqueiro teria ouvido Suíço e defendeu a cobrança; no ataque seguinte, o Paysandu venceu o clássico por 1 a 0.
Ao longo da história, jogadores como Beto, Ércio, Bené, Vila, Jorge Correa passaram e deram muitas conquistas ao Paysandu. Quem liderou esses jogadores nos anos 60 foi Paulo Benedito dos Santos Braga, o Quarentinha, que se consagrou com títulos e grandes feitos com a camisa bicolor, em especial, a vitória sobre o Peñarol (URU), por 3 a 0.
O clube ainda teve ídolos como Dada Maravilha no fim da década de 70 e, logo depois, Chico Spina e Cabinho, além da revelação paraense, Charles Guerreiro, atual técnico do Remo. O time ainda teve Edil, Cacaio, Oberdan e Mendonça, o nego-bala, que marcou um dos gols mais bonitos da história do Mangueirão. Durante a final do Parazão de 1992, o jogador acertou um chute quase do meio de campo e fez o gol do título contra o Remo, fechando uma série de quatro vitórias seguidas pelo placar de 1 a 0.

(Cacaio foi artilheiro do Paysandu na campanha do título brasileiro de 1991, com 14 gols. Foto: Arquivo Diário do Pará)
Na história recente do clube surgiram nomes como Ronaldo, Jóbson, Sandro Goiano, Albertinho, Zé Augusto, Lecheva, Wélber, Vânderson, Rogerinho e o atual presidente do clube, Vandick Lima, herói na conquista da maior glória do clube, a Copa dos Campeões, em 2002. Ainda neste período, nomes como Róbson e Iarley.
No atual plantel, os destaques do time são o lateral direito Yago Pikachu, que além de conseguir um título estadual, já tem um acesso para a Série B em 2012 e Ricardo Capanema, que vem se transformando em um grande jogador dentro do time alviceleste.
(Diego Beckman/DOL)
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