Após um jogo difícil, a delegação remista retornou de Paragominas ainda durante a madrugada de ontem. Os jogadores que atuaram fizeram apenas um treino regenerativo na piscina, a chamada crioterapia. Já os atletas não relacionados foram até o gramado sintético da sede social para outro treino, sob o comando do preparador físico Nicolau Barros.
A divisão de trabalho é para evitar o desgaste dos titulares, no curto espaço de tempo entre a estreia na Copa Verde e a final do primeiro turno do Campeonato Paraense, amanhã, contra o Paysandu. Uma sequência de quatro partidas que podem definir o futuro azulino pelos próximos meses de 2014. “A gente sabe da importância desses jogos. A Copa Verde pode nos dar uma projeção internacional, enquanto o primeiro turno significa um passo grande para conseguir a vaga para a Série D. Vamos com cautela, mas muito dispostos a passar por esses desafios”, assegura o volante Jhonnathan.
O cuidado nas prioridades vai muito além do calendário. A equipe montada pela atual diretoria tem uma folha salarial elevada, algo em torno de R$ 500 mil mensais, e a expectativa da torcida, como não poderia deixar de ser, é pela conquista de todos os torneios, levando em consideração os investimentos adversários. “O Remo tem um grupo bom, são jogadores de qualidade, por isso foram contratados. Com certeza não iremos decepcionar o torcedor”, promete o atacante Leandrão.
Neste sábado, existe a possibilidade de a delegação treinar no gramado do Baenão, mas a decisão ainda depende de como estará o tempo. “Se estiver bom, não chover, os jogadores podem treinar. Caso contrário, vamos achar outro local”, argumenta o presidente Zeca Pirão.
(Diário do Pará)
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