Apaixonado torcedor do Paysandu, desde criança, o gestor ambiental Breno de Oliveira Kazan, 33 anos, não se contentou em apenas assistir a todos os jogos do seu time do coração e, desde 1992, ele coleciona camisas do clube. Breno reúne hoje 53 peças, que ele, diferente de outros colecionadores, usa diariamente. O torcedor conta que a decisão de iniciar o acervo veio logo depois de o time bicolor ter conquistado o seu primeiro título nacional, o Brasileiro da Série B de 1991. “A ideia surgiu e eu passei a comprar as camisas e a formar a coleção”, conta Breno.
O torcedor não faz ideia do valor que já gastou na compra das camisas. “Foram compradas em épocas diferentes com moedas diferentes”, justifica. Mas, nos últimos dias, Breno informa que chegou a desembolsar algo em torno de R$ 600 na compra de novas peças para a sua coleção. “Tenho todas as camisas que foram lançadas recentemente”, fala com orgulho.
Breno se orgulha também de ter comprado todas as camisas que formam a coleção, ajudando o Papão, já que as peças são oficiais. “Nunca ganhei uma só camisa de ninguém”, informa.
“Minha paixão pelo Paysandu vem da época em que meu pai, que era bicolor e já é falecido, me levava aos estádios”, explica Breno. O torcedor conta que, em 1991, após a conquista da Série B pelo Papão, ele atravessou todo o gramado do Mangueirão de joelhos. E ele não se nega a eleger a camisa mais bonita de sua coleção. “Sem dúvida que é aquela foi usada na Libertadores. Além da beleza, tem o valor histórico do uniforme”, finaliza.
do lado remista...
Roberto Segundo tem 21 anos de idade, é torcedor azulino desde que se entende por gente e um colecionador de camisas por natureza. “Muito antes de começarem a vender as camisas retrô eu já colecionava algumas de outros tempos. Conversando com familiares, pesquisando na internet, montei um bom estoque de camisas do Leão” disse Roberto.
E seu estoque, de fato, é razoável: das suas mais de 30 camisas de times de futebol, 10 delas são do Remo. Roberto ficou feliz com o surgimento da série retrô porque ela combina o melhor das camisas modernas e antigas.
“A camisa é nova, mas segue o modelo das antigas. Você pode usar muito tranquilamente. As antigas mesmo, depois de um tempo, fica complicado lavar, porque desgasta muito mais rapidamente”, explica o jornalista. Roberto afirma que seus modelos prediletos são três – a atual camisa, a de 2005 (por questões sentimentais e o título da Série C) e uma camisa do início dos anos 90. “A camisa azulina não tem o que inventar. Toda em azul-marinho, com o mínimo possível de detalhes extras, já fica perfeito”, ele sentencia.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar