Os integrantes de torcidas “organizadas” de Remo e Paysandu continuam mostrando o motivo o qual a Justiça do Brasil pretende acabar com essas facções em todo o país.
Após o clássico Remo e Paysandu do último domingo (23), válido pela semifinal da Copa Verde, alguns baderneiros travestidos de torcedores provocaram um verdadeiro caos. Integrantes de uma organização da torcida do Remo depredaram e saqueram lojas e bares que ficam no entorno do estádio do Paysandu, o Leônidas Castro, a Curuzu.
As facções Grêmio Recreativo e Social Torcida Uniformizada Terror Bicolor e Associação Desportiva Independente Torcida Organizada Remoçada deveriam ter desaparecido dos estádios em 2007, quando o juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco, em exercício na 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Belém, determinou, em sentença, a extinção de ambas, devido a uma pancadaria num ginásio que resultou na morte de um vigilante.

Loja no entorno do estádio da Curuzu não foi poupada do vandalismo promovido por membros de organizada. (Foto:Reprodução/Whatsapp)
Na teoria, elas estão proibidas de frequentar as praças esportivas paraenses. No entanto, na prática, a atuação das organizadas impede apenas que qualquer pessoa vá aos estádios do Pará com qualquer tipo de material alusivo a alguma das torcidas. Ou seja, as pessoas continuam as mesmas, porém disfarçadas.
Atualmente chamadas de Remista e Torcida Bicolor, ambas promovem campanhas de solidariedade, como, por exemplo, arrecadação de alimentos, doação de sangue, além de outras atividades em prol da sociedade. Porém, o problema acontece quando uma está diante da outra.
Sobre a violência envolvendo as torcidas organizadas e tudo que abrange o futebol no Pará, o DOL QUER SABER:
O que deve ser feito para acabar com a violência envolvendo as torcidas?
(Ronald Sales/DOL)
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