Atualmente, o Gavião ocupa a lanterna do segundo turno, com apenas dois pontos em cinco jogos disputados. Foram dois empates e três derrotas, incluindo na última rodada, de 1 a 0 para o PFC. Matematicamente, a equipe não tem chances de classificação e possibilidade de rebaixamento é muito clara, devido estar, na classificação geral, também na última posição.
Todo esse retrospecto negativo, entretanto, não torna o mérito da equipe menos especial. Pela primeira vez na história, um time de origem indígena participa de um campeonato de futebol profissional. Só esse fator já conta positivamente.
Para este jogo, o técnico Zeca Gavião ainda não definiu a equipe, mas sabe que tem algumas opções de qualidade. Entre elas, está o atacante Aru, maior revelação do time e autor de dois gols até aqui. É nele e no companheiro Edinaldo que o grupo deposita as esperanças. O técnico ainda mantinha dúvidas em relação ao time titular, mas não deve fugir muito da onzena que jogou contra o Paragominas, na rodada passada.
As prováveis mudanças devem ser feitas na frente. No jogo passado, Aru fez companhia a Anderson Marabá, que foi substituído por Peri. A vaga, no entanto, pode cair nas mãos de Toni Love, que retorna ao time. Outro jogador que pode retornar é o meia Watiwai, que pode pintar na vaga de Luiz Fernando.
(Diário do Pará)
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