A expulsão do meia-atacante Thiago Potiguar, ao final da partida contra o Gavião Kyikatejê, ainda repercutia no Baenão um dia após o episódio. A diretoria do Clube do Remo não gostou da arbitragem, mas também desaprovou a atitude do atleta, que discutiu com o árbitro Wasley do Couto e acabou expulso quando o jogo já tinha até acabado. Por ter sido uma situação pouco comum e pelo fato de o atleta ter mostrado certo desequilíbrio, a cúpula remista resolveu multa-lo.
Da mesma forma que o atacante Val Barreto e o zagueiro Carlinho Rech foram multados por agressões consideradas desnecessárias em jogos contra o Paysandu, pela Copa Verde, Thiago Potiguar também recebeu multa de 40% nos vencimentos mensais. Por ser uma peça importante dentro do elenco, a diretoria resolveu tomar a medida para prevenir que o jogador repita o comportamento e ponha em risco partidas importantes, como a do próximo domingo (13). “Usamos a mesma linha de repressão que foi adotada com o Val Barreto e o Carlinho Rech. Entendemos que foi uma situação desnecessária e achamos por bem multá-lo”, argumenta o diretor de futebol Thiago Passos.
A medida da diretoria, no entanto, não para por aí. Segundo o dirigente, o clube também entra com uma representação na Federação Paraense de Futebol (FPF) para solicitar que três membros da arbitragem local sejam excluídos dos sorteios que envolvam os jogos do Remo. “É um direito que nos assiste. Nos sentimos severamente prejudicados por esses três profissionais e resolvemos fazer o pedido”, declara. O documento contém os nomes de Wasley do Couto, que apitou o jogo contra o Gavião; Andrey da Silva e Silva, que dirigiu Remo e Santa Cruz, e um assistente de prenome Washington.
(Diário do Pará)
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