Em 2012, o São Francisco judiou do Paysandu. No retorno do Leão do interior à elite do futebol paraense, foram duas partidas pelo Parazão e duas categóricas vitórias santarenas: 2 a 1, no Barbalhão, e 3 a 0, em plena Curuzu. Foi uma época ápice nos confrontos com os bicolores, mas foi um momento isolado.
Em 16 anos, as vitórias de dois anos atrás foram as únicas entre os 15 confrontos entre as equipes. E desde então, a freguesia se acentuou. A invencibilidade bicolor é de seis jogos, com quatro vitórias e dois empates, sendo 20 gols marcados.
Se quiser chegar à final, o São Francisco precisa mudar os números. “Eles largam em vantagem por estarem em ritmo de competição, com tantos jogos um atrás do outro. Mas eu confio no nosso time para surpreender”, aposta o atacante Ricardinho.
Remanescente dos confrontos de 2012, o atacante prefere não se prender em estatísticas para o confronto. “Uma marca só é importante até a gente derrubar ela. O Paysandu é uma grande equipe, mas podemos vencer, como podemos vencer qualquer outra. Não temos que ter medo de retrospecto, temos é que fazer valer o mando de campo vencendo o primeiro jogo”, sentencia o atleta.
(Diário do Pará)
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