Não bastasse o problema causado com a invasão do estádio, a diretoria do Remo ainda terá que se desdobrar para reforçar a segurança no dia da partida contra o Independente, na quinta-feira (1º de maio), pela semifinal do returno do Parazão. O problema é que uma pequena novela, com direito a vários capítulos, se formou até que a liberação do estádio fosse totalmente permitida.
“O jogo está mais que mantido no Baenão, mas vamos tomar novas providências quanto a segurança. A mesma será praticamente duplicada na parte que cabe a nossa segurança particular. O coronel Campos já se colocou à disposição para aumentar o efetivo policial tanto dentro quanto fora do estádio”, explicou o vice remista.
Por outro lado, o Coronel Campo, responsável pela segurança nos estádios da capital, disse não haver problema, mas aconselha que não é o local mais viável. “A opinião da Polícia Militar é que seja interessante escolher outra praça esportiva que comporte a torcida com segurança, inclusive a dos adversários, uma vez que o Baenão não apresenta esse requisito. Por outro lado, a torcida do próprio clube está chateada, magoada”.
Segundo ele, quem tem o poder de vetar o estádio é a Federação Paraense de Futebol, justamente a responsável pela transferência ao Baenão. Enquanto isso, os ingressos começam a ser vendidos a partir desta segunda-feira, nas bilheterias do estádio.
A arquibancada de cor verde, com acesso pela entrada da Almirante Barroso, custa R$ 30,00. Já a arquibancada com lado para a 25 de setembro custa R$ 40,00 e a cadeira cativa R$ 100,00.
Jogadores voltam atrás e permanecem na equipe
Coube a diretoria do clube tentar reverter a ideia. Até o momento, as desistências foram contornadas. “Todos vão permanecer. Ontem tivemos uma conversa com o técnico Roberto Fernandes, junto com a presidência. Ele estava irredutível, mas levou em consideração alguns pontos do projeto e acabou voltando atrás, permanecendo no clube, mais forte ainda”, explicou o vice-presidente.
(Diário do Pará)
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