O racismo continua assombrando o futebol. Na estreia de Paysandu e Águia, neste sábado (26), pelo Campeonato Brasileiro da Série C, o Azulão acusou João Brigatti, auxiliar técnico do Papão, de proferir palavras de racismo contra um de seus jogadores.
Uma briga aconteceu no gramado, quando o jogador Bicolor, Pablo, começou a trocar ofensas com o lateral-esquerdo do Azulão, Xaro, após o apito final. A confusão foi parar nos vestiários do Estádio Maximino Porpino, em Castanhal, onde ocorreu a partida. Como os vestiários dos times fica um do lado do outro, a confusão se tornou maior.
Segundo informações da Diretoria do time do Águia, Brigatti gritou: “- sai daí, seu preto, macaco”, em direção ao meia Eduardinho, do time marabaense.
Após muito empurra-empurra e confusão, João Galvão, diretor do Águia resolveu prestar queixa contra o auxiliar técnico Bicolor, mas o presidente do time, Vandick Lima, conversou com o diretor, que resolveu esquecer a situação. A briga nem entrou na súmula da partida.
Em nota, o Paysandu informou que não houve qualquer tipo de xingamento racista por parte do seu auxiliar técnico. Leia na íntegra.
Após a partida de sábado, devido aos ânimos exaltados, houve uma pequena confusão já nos vestiários do estádio Maximino Porpino. Durante a discussão ocorreu uma troca de xingamentos, com empurrões, de ambos os lados, mas em momento algum houve injúria racial. Sobre a acusação que foi feita sobre a minha pessoa, estou tranquilo pois também tenho testemunhas. Acredito que tenham confundido quando usei o termo "babaca", pois ressalto mais uma vez que não utilizei de forma alguma ofensas racistas. Estou no mundo do futebol há mais de 35 anos e nunca tive qualquer problema desse tipo.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar