A prioridade dos azulinos para a Série D do Campeonato Brasileiro é converter a perda de quatro jogos a 100 quilômetros da capital em pelo menos duas partidas com portões fechados, que seriam realizadas no Baenão. O problema é que a decisão, protocolada através de pedido ajuizado na procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ainda não foi dada.
O estádio em questão é o Diogão, que fica na entrada da cidade, com capacidade para aproximadamente 12 mil pessoas. Os benefícios, no entanto, foram diretamente sugeridos pelo executivo municipal. “Conversamos com o prefeito e ele nos colocou tudo a disposição. Disse que ajuda em tudo o que for preciso em relação à estrutura. Vai ajudar também na estadia, caso seja necessário”, detalha o mandatário remista.
O que pode dificultar a ida do Remo à Pérola do Caeté, porém, é o fato de o estádio não ser regularizado junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). E o processo, segundo informações da Federação Paraense de Futebol (FPF), não é tão rápido. “Vamos tentar uma pré-temporada de dez dias antes da estreia na Série D. O Remo vai participar da vida de Bragança. Ele (prefeito) se colocou a disposição para ajudar, então vamos dar essa credibilidade a ele”, finaliza Zeca Pirão.
(Diário do Pará)
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