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ESPORTE PARÁ

Paysandu tenta liberar atacante para o Re x Pa

Pivô de mais um caso polêmico no futebol paraense, o atacante Jô, do Paysandu, convive com a expectativa de estar à disposição do técnico Mazola Júnior para o Re-Pa de amanhã, que definirá o campeão do returno do Parazão. Expulso diante do São Francisco,

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Pivô de mais um caso polêmico no futebol paraense, o atacante Jô, do Paysandu, convive com a expectativa de estar à disposição do técnico Mazola Júnior para o Re-Pa de amanhã, que definirá o campeão do returno do Parazão. Expulso diante do São Francisco, na última rodada da fase de classificação, o atleta poderá ser julgado hoje pelo pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD/PA).

Após conceder o efeito suspensivo para a punição do atacante, Lavareda passou a comentar nas redes sociais, em bate-papo com amigos, que havia tirado o jogador da final do returno do campeonato. A atitude do auditor é considerada como antiética pelo departamento jurídico do Papão, que tenta adiar o julgamento ou então fazer com que o relator auditor seja afastado do caso. Conseguindo o adiamento, os advogados do Papão deixariam o jogador em condições de jogo, já que o atacante ele cumpriu as partidas exigidas para a validade do efeito suspensivo.

Ontem, o advogado bicolor Bruno Castro ingressou no TJD/PA com um pedido de providência na corregedoria contra o auditor e uma medida junto à presidência do TJD, pedindo o impedimento e a suspeição do relator. “Infelizmente aconteceu esse fato. O Paysandu e o atleta estavam se preparando para o julgamento quando foi espalhado pela internet o que teria acontecido. Ele analisou o efeito suspensivo e infelizmente o Jô não pôde participar do Re-Pa. Diante disso, o Paysandu se sente até com medo de o julgamento estar pré-determinado”, comentou Castro.

O advogado foi mais além, pedindo o cancelamento do julgamento marcado para hoje. “Não tem como esse processo ser julgado como está, é o que entendo. O Paysandu tem provas que aconteceram algumas coisas no processo, o que foi confirmado na postura do auditor. Ele se posicionou como torcedor, infelizmente. Entendo que o auditor tem que se manifestar, com direito de ampla defesa. Mas, repito, entendo que o processo está maculado”, afirmou.

O advogado questionou a maneira como o efeito suspensivo da pena foi concedido. “Não discuto a decisão. Geralmente se dá efeito suspensivo, mas aqui não foi dado. É uma decisão inicial do relator e isso não está em discussão. O efeito suspensivo foi dado apenas a partir de dois jogos”, arrematou.

(Diário do Pará)

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