Embora seja um adversário como outro qualquer, em busca da classificação para a próxima fase da Série D, o Interporto traz aos remistas um ponto de interrogação diferente dos demais adversários do Grupo 2. A falta de informação sobre o rival deste sábado foi o grande problema enfrentado na semana.
Todos os esforços para saber quem é o adversário foram em vão. Assim, não há muito a fazer até o momento do jogo. “O Interporto, por incrível que pareça, é um adversário que fugiu totalmente do nosso planejamento. Esse jogo ficou fora de tudo o que foi planejado antes da competição. Nós não tivemos condição de mandar o observador para assistir o jogo deles contra o Moto. Não tivemos acesso ao DVD do jogo”, confessou o técnico Roberto Fernandes, com as palavras de um mero curioso. “O que sabemos é o que qualquer outro ser humano que acompanha futebol sabe”, prossegue.
O Interporto é a equipe em maior ascensão no estado do Tocantins. É o clube atualmente bicampeão estadual e mantém uma base forte, com a maior esperança de gols voltada para o atacante Éder. Que na lateral-direita do Interporto, um antigo remista, Pedro Balu, é uma das armas com informações sobre o Leão.
Por essas e por outras, a partida será, até o apito inicial, uma grande incógnita, que deve ser repreendida da maneira mais ofensiva que os azulinos encontrarem. “Interporto é um time que ninguém sabe nada aqui. Só vamos saber às vésperas do jogo, 30 minutos antes. Vamos esperar o momento para saber quem são eles”, completa o volante Dadá.
(Diário do Pará)
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