Afilha mais velha do empresário Paulo Maciel, Giovanna, de apenas 2 anos, já sabe decorado as músicas de torcida do Paysandu. Enquanto ela canta, vibra e ensaia, o pai incentiva e admira o momento da filha. O filho mais novo, Enzo, de 10 meses, vestido com o uniforme do time, foi associado ao Paysandu com apenas três horas de vida. No mesmo dia, Paulo também colocou Giovanna como sócia-torcedora.
“Associei eles tão cedo porque eu sonho que eles sejam meus parceiros de estádio, que a gente possa ir aos jogos juntos sempre, de fraternizar com eles. Eu entendo a necessidade do clube de crescer. Acho que a gente deve incentivar os filhos para ajudar desde o início o clube. Eu sempre pensei que na hora que o Enzo nascesse eu iria fazer o sócio torcedor, e quando fiz o dele aproveitei para fazer logo o da Giovanna. Acho importante ter essa consciência mesmo”, explica Paulo, que ainda não levou os filhos para nenhum jogo, mas acredita que o Campeonato Paraense do ano que vem será uma oportunidade. “Ano que vem já está certo. O importante é que a Curuzu eles já conhecem”, garante.
Entre todos os projetos já traçados para a criação dos filhos do Paulo e da esposa Alessandra Maciel, estão principalmente a preocupação de tornar as crias bons cidadãos. “Ser pai é formar pessoas de bem, colocar no caminho certo, ser amigo, ser parceiro e formar uma pessoa que vai trazer bons frutos para a sociedade”, planeja, lembrando ainda de como a vida mudou depois de ser pai. “Tudo mudou na minha vida depois que a Giovanna e o Enzo chegaram. Quando a gente casa, o casal vive um para o outro, mas quando vêm os filhos a prioridade são eles. Como é uma construção, um fruto do relacionamento as prioridades mudam”, lembra Paulo, interrompido pela esposa, Alessandra Maciel. “Até as idas aos jogos mudaram. Ano passado ele foi a pouquíssimos jogos do Paysandu para se dedicar mais à família”, relembra Alessandra.
Para Paulo, aproveitar essa fase da vida dos pequenos é a prioridade. “Eles são bebês apenas essa fase. Depois vão ser crianças por muitos anos, adolescentes por muito anos e adultos para o resto da vida, então, eu tenho que vivenciar essa parte da paternidade, aprender um pouquinho a ser pai, e ser pai é abdicar, abrir mão das coisas que a gente gosta em detrimento dos filhos”.
(Diário do Pará)
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