Com a ausência de Danilo Rios no meio-campo, o técnico Roberto Fernandes precisa encontrar uma solução tática que não sinta a falta de um armador de ofício. No decorrer da semana, Rios não foi relacionado para nenhum trabalho tático, enquanto Thiago Potiguar e Reis eram frequentes. Com a dupla no cérebro da onzena, muita coisa deve mudar, dentro daquilo que o comandante esperava ter à disposição.
“(Sem armador) Tem diferença na distribuição em campo e na forma de atuar. Uma equipe com armador tem maior tendência de posse de bola, valorização e paciência”, explica o técnico, que encontra essas características justamente em Danilo Rios, da mesma forma que antes fazia com Eduardo Ramos.
“Quando você não tem esse jogador de meio-campo com esse estilo de jogo, não adianta querer que um jogador de outra característica venha suprir. Então, você tem que mudar a característica dessa equipe e passa a ter um time mais veloz e mais agudo”, diferencia. Ou seja, ao invés de jogadas mais trabalhadas e ligações em passes de profundidade, a arma do time será a velocidade de Reis e as incursões no ataque de Potiguar.
Apesar disso, de acordo com o técnico, a partir do momento em que Rios estiver liberado, o lugar na onzena pode estar reservado. “Na segunda fase, a sequência dos jogos é inversa. Isso quer dizer que vamos jogar duas vezes contra o Guarany e vamos folgar de novo. Temos que trabalhar com o momento. Se realmente for dois jogos, entre 10 a 15 dias, ele ficará fora apenas contra o Guarany”, encerra.
LEIA MAIS:
Rios pode ficar até duas semanas fora de combate
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar