Ao deixar a capital paraense em direção a Bragança, o técnico azulino Roberto Fernandes deixou pistas de que a formação estaria praticamente fechada, inclusive com a entrada de Rafael Paty no lugar de Roni, mas, na tarde de ontem, já no estádio ‘Diogão’, um coletivo apronto apresentou novidades e abriu uma nova interrogação na cabeça de todos.
Se até quinta-feira Rafael Paty era presença constante no esquema azulino, outros dois atletas embaralharam a disputa pela única vaga livre no time. “Nós temos uma brecha para tapar no jogo de domingo. A equipe está definida. A única dúvida é quanto Paty, Roni e Marcinho. De resto o time está mantido, mas ainda não sei qual deles será o titular. O importante é manter a calma e ver quem será o melhor, porque cada um deles tem vantagens e desvantagens”, disse o técnico.
Essas qualidades e desvantagens, segundo ele, decorrem muito por causa das dimensões do gramado bragantino, que vem a ser maior do que o Baenão, sede da preparação azulina. “Com o Paty e o Leandro, a gente perde mobilidade. No entanto, essa mobilidade, eu ganho com o Roni, mas já perco em presença de área. E com o Marcinho eu ocupo um espaço maior no meio, por o espaço de jogo ser muito grande. Eu ainda busco mais informações sobre o adversário para tirar a dúvida”.
Ou seja, após a especulação de mais um nome, o esquema de jogo pode ser totalmente alterado, uma vez que, com Paty e Roni, o time ganha a segunda referência no ataque, enquanto, caso escolha Marcinho, o Remo deixa de lado os dois atacantes para superpovoar o meio-campo facilitando a distribuição de bola para Cearense, que ficaria isolado no ataque.
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(Diário do Pará)
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