O Clube do Remo protocolou nesta terça-feira (26), na Federação Paraense de Futebol (FPF), a solicitação de antecipação do jogo entre Remo e Interporto-TO para o dia 06 de setembro, pelo Campeonato Brasileiro da Série D.
Para esta partida, a diretoria Remista enfrenta dois problemas, a falta de laudo para a mudança do local do jogo e a mudança da data.
Parque do Bacurau
Por não poder jogar no estádio do Baenão, o Remo decidiu transferir a partida de Bragança para Cametá. Porém, o estádio Parque do Bacurau não foi liberado pelo Corpo de Bombeiros. O portão do estádio não estaria de acordo com as normas exigidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Hoje o Coronel Nunes (presidente da Federação Paraense de Futebol – FPF) falou com o Irácio Nunes, prefeito de Cametá, que se reuniu com o Corpo de Bombeiros para pedir que seja feito um novo laudo. Amanhã (27), o Tenente Ismael irá fazer nova vistoria”, contou Mauricio Bororó, vice-presidente da FPF.
De acordo com o prefeito, todas as exigências feitas pelo comando foram realizadas. “Ele (prefeito) garantiu que os problemas foram resolvidos. Acredito sim que o jogo será lá, há muita boa vontade para que isso aconteça”, disse Bororó.
“Como o laudo vem por email, não vamos ter problema em encaminhar para a CBF. Estamos dentro do prazo e até amanhã, após o almoço, já estará tudo na confederação. Ai é só esperar a ordem de serviço da CBF”, concluiu o vice-presidente.
Antecipação
A FPF já encaminhou o documento com a solicitação da mudança de data para um dia antes. Como a alteração do estádio também está pendente, a federação espera que tudo seja resolvido o mais rápido possível.
“Como Cametá é no interior do estado e tem a dificuldade para chegar no local, achamos melhor antecipar a data do jogo, já que não dar para ir e voltar no mesmo dia. O torcedor pode se programar melhor, retornando no domingo com mais tranquilidade e comodidade, e ainda vamos aproveitar o público local, quem tem cultura no futebol”, contou Thiago Passos, diretor do Remo.
Mais de 700 km separam Belém de Cametá, o percurso é feito com o auxilio de balsas e lanchas, o que dificulta a viagem até o local. A diretoria Remista vai fazer o pedido para aumentar a viagem dos transportes aquático neste período.
(Bruna Dias/DOL)
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