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Remo vai pedir proibição de organizadas

O Clube do Remo segue em rota de colisão com suas torcidas organizadas. Após confusão generalizada no jogo contra o River-PI, em Bragança, a diretoria azulina decidiu que vai pedir ao Ministério Público que proíba a entrada de integrantes da Remista duran

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O Clube do Remo segue em rota de colisão com suas torcidas organizadas. Após confusão generalizada no jogo contra o River-PI, em Bragança, a diretoria azulina decidiu que vai pedir ao Ministério Público que proíba a entrada de integrantes da Remista durante os jogos com mando do Remo.

“A diretoria vai pedir a proibição desta torcida organizada 'Remista' entre em mandos de jogos do Remo, porque é inconcebível todo esforço, toda dificuldade, e acontecer um lamentável evento desse que pode nos prejudicar”, afirmou o vice-presidente do Remo, Marco Antônio “Magnata”.

Magnata criticou a postura do árbitro que, segundo ele, não quis relatar na súmula o registro do Boletim de Ocorrência em nome do Clube do Remo.

“Na hora do fato, quando aconteceu, eu de imediato fui até a seccional de Bragança, registrei um BO, dei nas mãos do árbitro. Se ele não quis relatar na sumula aí é uma outra situação. Mas, eu dei. Acompanhei todo procedimento que encerrou hoje”, revelou.

De acordo com informações do vice-presidente do Remo, 17 torcedores foram indiciados, sendo 10 da Remista, cinco da Esporão do Galo - do Piauí - e 2 da Facção Bicolor.

“Com todo respeito, mas o árbitro de equivocou. O que de fato aconteceu foi que cinco integrantes do River, da torcida Esporão, juntamente com dois da Facção Bicolor, jogaram uma pedra que pegou em uma criança que estava na torcida do Remo. A Remista de fato revidou e a polícia militar teve que entrar em ação com gás de pimenta e bombas de efeito moral”, explicou Magnata.

O vice-presidente do Remo explicou ainda que a situação ocorrida já preocupa também representantes do Paysandu, mas que juntos, os clubes estão buscando uma solução.

“Ontem mesmo o Alberto Maia me ligou preocupado com a situação, até porque o Paysandu vai fazer dois jogos em Belém. Ele está com medo que algum integrante da Remiste se infiltre na torcida do Paysandu para cometer este mesmo ato, mas nós em conjunto estamos buscando uma solução”, garantiu.

(DOL com informações da Rádio Clube do Pará)

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