O Campeonato Paraense da segunda divisão de 2014 tinha muitos predicados para ser um dos menos prestigiados dos últimos anos. Dos 13 times habilitados à disputa, apenas oito resolveram participar.
Com o eterno problema de laudos dos estádios, apenas quatro praças esportivas foram liberadas para jogos e as partidas se concentrarão em Belém, Castanhal, Santa Izabel e Bragança.
Enxugado ao máximo, o campeonato terá apenas três datas, com duas chaves de quatro times jogando entre si em turno único. Avançando duas equipes de cada grupo são disputados jogos semifinais e a final em jogo único. Qual o atrativo de uma competição de tiro tão curto? A resposta se chama Tuna Luso Brasileira.
Segundo time do coração de todo paraense, a Águia Guerreira pela primeira vez em sua história disputa a segunda divisão do Parazão e volta a enfrentar adversários que não via há muitos anos, como o Izabelense, que com 90 anos de idade é a segunda agremiação mais antiga na disputa atrás apenas da própria Tuna, que tem 111 anos. Com a presença de um time dez vezes campeão paraense e bicampeã brasileira, qualquer competição ganha prestígio.
ABERTURA
A Águia inicia sua trajetória rumo à elite do Parazão enfrentando o Ananindeua, no Souza, na primeira rodada do grupo A1. O jogo será de portões fechados por falta de laudos liberatórios do estádio. O time do técnico Zé Carlos passou por um período de dois meses de preparação e espera através do talento do meia Fabrício e da juventude do atacante Kalindy obter sucesso.
Já o Ananindeua mais uma vez vem com uma equipe formada por atletas de sua base e apostas. O atacante Diego Índio, ex-Paysandu e Pedreira, é um dos poucos nomes mais experientes do elenco.
(Diário do Pará)
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