O apito final do árbitro carioca Wagner do Nascimento Magalhães, na partida contra o Treze, representou um verdadeiro alívio para o técnico Mazola Júnior e os jogadores do Paysandu. O time chegou a estar na frente do placar por duas vezes antes de decretar o resultado final do confronto, num jogo dramático do começo ao fim. Ao final da partida, alguns dos atletas do Papão se ajoelharam em campo, ergueram os braços para o céu e agradeceram o resultado, que mantém a equipe na briga por uma das três vagas restantes na próxima fase da Série C.
Na saída de campo, os jogadores admitiram que o Paysandu não fez uma grande apresentação, ficando devendo em vários aspectos em seus três setores - defesa, meio-campo e ataque. Mas, eles fizeram questão de ressaltar que o mais importante mesmo foi vencer e manter viva a possibilidade de o time ir ao primeiro “mata mata” do grupo A da competição.
“Temos consciência de que não jogamos bem, mas o que nos interessa, neste momento, é que conseguimos os pontos que buscávamos”, disse Rômulo, responsável por tirar o time do sufoco.
O volante Augusto Recife destacou o espírito de doação do grupo. “Quando cada um dá o seu melhor o resultado vem, como veio hoje (ontem)”, disse. “Foi difícil, mas Série C é sempre assim”, completou. Já o atacante Bruno Veiga destacou o esforço físico do grupo para chegar à vitória.
“Foi um jogo difícil, no qual tivemos de suar mesmo a camisa para que o time pudesse garantir o resultado”, declarou. O técnico Mazola Júnior, por sua vez, resumiu o triunfo bicolor da seguinte forma: “Por méritos o Paysandu saiu vitorioso”, afirmou.
(Diário do Pará)
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