A diretoria do Paysandu não anunciou nada a respeito, mas, segundo informações de bastidores, existe a promessa de uma boa premiação ao time em caso de classificação à segunda fase da Série C. A diretoria estaria disposta a bancar um ‘bicho’ de R$ 200 mil, valor que seria rateado entre os atletas e comissão técnica numa eventual classificação da equipe.
Tanto os jogadores como os dirigentes, porém, evitaram tratar do assunto, alegando que a concentração de todos no clube estava voltada apenas e tão somente para o jogo contra o CRAC.A grande preocupação dos bicolores é com a possibilidade que do desemprego bater mais cedo a porta da casa de cada um deles.
“Seria muito ruim ficar o resto do ano sem trabalhar. Sabe como é, a maioria dos jogadores tem família e precisa pagar as contas no final do mês. Eu, por exemplo, tenho mulher e duas filhas para sustentar”, comentou Marcos Paraná, que volta ao grupo depois de ter ficado quase dois meses em tratamento de uma cirurgia no braço esquerdo.
O jogador dificilmente entrará como titular, mas tem boas chances de ser utilizado no decorrer da partida. O volante Augusto Recife, um dos mais experientes jogadores do elenco, também tratou do tema. “Se a gente não conseguir a classificação, vai ser muito ruim, horrível mesmo. Falo até em questão de trabalho. Nem imagino ter de ficar parado desde outubro até o começo de 2015. Não é fácil. Vamos fazer a nossa parte e torcedor pelos outros resultados para que isso não venha a ocorrer”, discursou.
(Diário do Pará)
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