O diretor Ulisses Sereni, assim como todos os demais integrantes da direção do Paysandu, se mostra bastante otimista com relação ao sucesso do clube no duelo jurídico que trava com o Brasília-DF pelo título da Copa Verde. Nem mesmo o fato de o julgamento do caso ter sido suspenso em sua última apreciação é capaz de desmotivar o dirigente. “Para muitas pessoas o pedido de vistas do processo, feito pelo presidente do STJD (Caio Rocha), levantou suspeitas, mas não podemos duvidar da idoneidade daqueles que estão lá no tribunal julgando”, defende.
Sereni ressalta a importância do título para o Paysandu, levando em conta dois aspectos: a maior projeção nacional e internacional do clube, além do lucro financeiro. Ambos os pontos ligados ao fato de o campeão do torneio ter vaga garantida na Copa Sul-Americana de 2015. “Primeiro por se tratar de uma conquista nacional e, depois, por garantir a participação do clube em um torneio internacional, que paga boa premiação”, argumenta.
Segundo o diretor, o otimismo de todos na Curuzu aumentou ainda mais depois de o clube garantir vitória parcial, por dois votos a um, no julgamento que acabou sendo suspenso a pedido do presidente da corte.
Para Sereni, é improvável que o tribunal contrarie as normas fixadas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “Não é possível que o STJD vá de encontro às regras fixadas pela CBF. Como já ficou provado e comprovado, o Brasília utilizou os jogadores de forma irregular”, acusa.
(Diário do Pará)
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