A eleição no Paysandu, agendada para o próximo dia 19, poderá ter todo seu pleito eleitoral anulado para recomeçar uma nova contagem do prazo para que a eleição à presidência do clube ocorra em dezembro deste ano.
O ex-presidente do clube, Luiz Omar Pinheiro, que encabeça a chapa “Pra Cima, Papão” ingressou com um recurso no Conselho Deliberativo (Condel), com a finalidade de revogar a decisão do presidente da Assembléia Geral, Edson Ortiz de Matos, que indeferiu sua candidatura.
A reivindicação do ex-mandatário está em análise pelo presidente do Condel, Ney Siqueira Mendes, e pelos demais integrantes da mesa diretora do órgão, que deve dar um posicionamento sobre o caso até amanhã (12).
“Eu ponderei bastante no sentido de não julgar a chapa da oposição, mas ponderando pelo Paysandu e o prejuízo que o clube sofrerá com o adiamento desta eleição”, dise o advogado Alberto Maia, que encabeça a chapa “Novos Rumos, Sempre”.
Dentre os prejuízos apontados por Maia estão a renovação de contratos com os jogadores, avaliação da novas contratações e preparação do clube para encarar as competições que estão por vir.
“O Paysandu precisa tomar decisões, precisa avaliar a localização de pré-temporada, preparar-se para à Série C. Nós sabemos as dificuldades para chegar à Série B e manter o clube na competição”, explicou.
Em entrevista à Rádio Clube do Pará nesta terça-feira (11), Maia chegou a garantir que se o processo eleitoral fosse reiniciado, optaria por não participar mais do pleito.
“Eu ponderei a questão de reiniciar o processo de eleição no Paysandu, inclusive disse que se o presidente do Conselho Deliberativo deferisse a chapa dele (Luis Omar) eu não iria recorrer à justiça, não iria tomar nenhum procedimento, para que haja a eleição e para que o Paysandu não seja prejudicado”, acrescentou Maia.
(DOL com informações da Rádio Clube do Pará)
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