Não durou mais que 24 horas as esperanças do candidato a presidente do Clube do Remo, Pedro Minowa, de fazer valer na Justiça comum o direito de ser aclamado, mediante o resultado das eleições do último dia 8.
O Juiz da 6ª Vara da Capital, Roberto Oliveira, ao analisar o pedido impetrado pela chapa ‘Remo, Rumo à Modernidade’, pediu tempo para análise, onde incluirá o testemunho da outra parte interessada, a comissão eleitoral remista.
Desta forma, fica praticamente impossível concluir a ação em tempo hábil, uma vez que a próxima eleição acontece em menos de um mês. A decisão teve efeito catastrófico nos planos da oposição azulina. Na condição de vencedor nas urnas, Minowa esperava validar a contagem dos votos e seguir o rito tradicional de cerimônia e posse na presidência do clube.
Ciente da notícia, o candidato reconhece que tentará a vitória novamente através das urnas. “Eu vou até as últimas consequências e a última delas é a nova eleição. Vou mostrar que Davi venceu o Golias. Eu fui eleito pelo torcedor do Remo e a justiça será feita”, confia.
Entretanto, no meio do processo surgiu mais uma oportunidade para o atual diretor da base remista compor uma chapa única com o candidato da situação, o presidente Zeca Pirão.
O próprio Pirão já havia anunciado a existência da possibilidade e garantiu que só precisaria de um ano de mandato para cumprir as obrigações firmadas com a torcida: a construção das cadeiras e camarotes, além de devolver o Remo à terceira divisão do futebol brasileiro.
(Diário do Pará)
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