<p style=\"text-align: justify;\">A austeridade adotada pelo presidente Vandick Lima nos dois anos em que esteve à frente do Paysandu deverá ser ainda mais rigorosa na gestão do futuro presidente do clube, Alberto Maia, cuja posse acontece em janeiro de 2015. Embora não tenha assumido oficialmente, ele já tem dado mostras de que pretende continuar seguindo a política de ‘pés no chão’ implantada por seu antecessor, com uma dose ainda maior de rigidez na vigilância aos gastos do clube.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">Uma das primeiras medidas adotadas por Maia foi a de fixar em R$ 20 mil o teto salarial dos atletas que defenderão o time no próximo ano.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">Outra decisão no âmbito financeiro foi o de não pagar ‘luvas’ aos jogadores que estão sendo contratados ou que estão na lista dos que devem renovar contrato, caso do atacante Ruan, que não chegou a um acordo por pedir valores altos.As medidas implantadas por Maia vão mais além: a partir de 2015, o Paysandu não vai mais se responsabilizar pela moradia dos jogadores de fora. “Vamos acabar com essa história de que o Paysandu tem de pagar moradia para os atletas.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">Estamos fechando os contratos, com a promessa de pagamento em dia, para que o próprio atleta possa arcar com os gastos de moradia. Esse era mais um problema que nós tínhamos. Isso tem nos causado certa dificuldade para contratar, mas não vamos abrir mão disso”, anunciou.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">(Diário do Pará)</p>
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