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ESPORTE PARÁ

Augusto Recife avalia pré-temporada e o Parazão

O volante Augusto Recife vai para a segunda temporada vestindo a camisa do Paysandu. Além de competições nacionais com o clube, o jogador ainda tem experiência do Campeonato Paraense. Uma competição atípica com muitas viagens cansativas para o interior do

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O volante Augusto Recife vai para a segunda temporada vestindo a camisa do Paysandu. Além de competições nacionais com o clube, o jogador ainda tem experiência do Campeonato Paraense. Uma competição atípica com muitas viagens cansativas para o interior do Pará e o inverno, com muitas chuvas, ainda atrapalha a qualidade do gramado.

Uma das alternativas para o Papão foi iniciar a pré-temporada antes de todos os clubes que estão na disputa do Parazão. O objetivo é que o elenco ganhe entrosamento o mais rápido possível.

“Desde já eu peço ao torcedor, em nome do grupo, para que eles possam ter um pouco de paciência porque é um trabalho que esta começando. Já conversei com alguns jogadores que a gente tem que encaixar o mais rápido possível, até porque no mundo da bola não tem segredo, é todo mundo se dedicando no começo, igual esta sendo, então o quanto mais rápido a gente entrosar vai se melhor para todo mundo”, pediu o volante.

Recife ainda destacou algumas características do Parazão.

“A gente sabe que o começo de campeonato é sacrificante, entra muito a parte física, os campos muito pesados. A competição é praticamente toda na chuva, mas como está todo mundo empenhado e se dedicando eu tenho certeza que o mais rápido possível esse entrosamento vai ser adquirido e vamos conseguir fazer bons jogos”, contou otimistas.

O Paysandu começou a pré-temporada na primeira semana de janeiro, antes de todos os clubes que disputam a competição estadual.

“Eu acho, por experiência, que sempre quem sai na frente sai ganhando, é sinal que o clube está em busca de algo. Saímos uma vez na frente dos outros clubes, isso ajuda bastante em relação a parte física. Não vamos chegar nos jogos 100%, mas quase sempre”, explicou.

O Parazão conta apenas com o Papão e o Remo da capital, os outros times são do interior, o que prevê muitas viagens ao longo da competição e um pouco de desgaste físico.

“Tem que ter dedicação, os clubes a serem batidos são sempre os dois da capital, o interior vem forte, com certeza. Eu senti isso ano passado, os clubes são de bastante correria, jogadores que querem mostrar serviço para estarem aqui um dia, tanto no Remo quanto no Paysandu. Que a gente possa entrar com todos os jogos como decisão, porque somos o clube a ser batido e temos que ralar, para não ser surpreendido”, concluiu.

(DOL com informações da Rádio Clube do Pará)

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