A expectativa na reunião no Gabinete da Casa Civil, do Governo do Estado, era sobre como ficaria a questão do financiamento do Campeonato Paraense e o valor das cotas aos clubes e à Federação Paraense de Futebol.
A expectativa era que houvesse corte nos repasses, levando em conta a política de corte o governo tem anunciado desde o final de 2014. Entretanto, mesmo com o aumento de clubes na disputa do campeonato, os valores apresentados por Funtelpa, Seel e Banpará foram basicamente os mesmos da última temporada, em torno de 7 milhões de reais.
Mas algumas coisas foram mexidas.Paysandu e Remo entraram com a preocupação de não sofrer perdas nas receitas entre cortes e reajustes. Houve cortes, mas eles incidiram sobre todos os clubes.
Com uma pequena redução nas cotas de televisionamento e patrocínio, os dois clubes extras puderam ser inseridos nas mesmas condições dos demais intermediários.Por outro lado, o governo, que praticamente banca a realização do torneio desde 2009, abriu mão do espaço prioritário nos uniformes, para que cada time possa buscar novos patrocinadores e vender espaço de publicidade.
Outra novidade foi a antecipação de três meses das cotas do Banpará aos clubes, para compensar os gastos com pré-temporada e contratações.
“Eu avalio como uma reunião muito produtiva. Ouvimos e fomos ouvidos e cada parte teve a oportunidade de se manifestar. No final das contas ficamos com um resultado que agradou a todos”, comentou o presidente do Paysandu Alberto Maia sobre o anúncio.
(Diário do Pará)
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