A confirmação da primeira edição da Copa Amazônia, nos dias 21 e 25 deste mês, envolvendo Remo, Paysandu e Bahia, já causa alvoroço na capital paraense.
O torneio será dividido em uma partida preliminar entre os clubes paraenses. O vencedor vai encarar a equipe baiana na final. Financeiramente, será um ótimo negócio para a dupla Re-Pa, que poderá faturar até R$ 500 mil, em caso de título.
O contrato com a empresa organizadora do evento foi fechado no último sábado (17). Cada um deles receberá R$ 300 mil de cota. Se Remo ou Paysandu derrotar o Bahia, mais R$ 200 mil entram na fatura.
Mas até o momento, a primeira parcela ainda não foi paga. “Já assinamos, mas ainda não recebemos”, disse o diretor de futebol do Remo, Antônio Miléo. Por outro lado, com a diretoria animada pelo caixa que será recheado, e a virtual insatisfação do técnico com a data muito próxima, o torcedor azulino vê na realização do clássico, ótima oportunidade para mostrar quem será o favorito no certame estadual.
“Apesar de ser cedo, a torcida quer ver vitória. Acho um pouco perigoso, porque não sabemos como os times vão entrar, mas é um risco que faz parte da rivalidade”, acredita o bancário Emerson Azevedo, que acompanhava o time no jogo-treino de ontem.
Outro ponto de destaque, de acordo com o diretor de futebol, são as contratações que devem ser anunciadas nos próximos dias. “Estamos praticamente fechados com um volante, um lateral-direito e um meia, que devem chegar neste início de semana”, completou.
(Diário do Pará)
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