Comparando as duas equipes, o Clube do Remo larga com uma vantagem que pode – ou não – fazer a diferença na hora do confronto. Ao todo, nove azulinos permanecem da temporada passada.
Em todos os setores, ao menos um jogador conhece bem o funcionamento do clássico e do maior rival. Este vem a ser, ao menos em tese, um ponto positivo que os atletas podem explorar em campo, mas com muito cuidado. Tudo porque, apesar de estarem em número maior, o plantel bicolor tem tido um trabalho de pré-temporada mais intenso.
Enquanto os remistas procuravam um local adequado, o adversário já ralava pesado, mas esse é o tipo de vantagem que os atletas do Leão não levam na conta.
“O nosso trabalho vem sendo muito bem feito, e os jogadores que estão no grupo têm dado uma força para todo mundo. Acho que será um jogo de igual para igual”, avalia o lateral-esquerdo Jadílson.
O mesmo pensamento é compartilhado pelo técnico Zé Teodoro, que foi o primeiro a adiantar que a vantagem numérica de atletas conhecidos é um fator importante, mas que precisa ser trabalhado corretamente.
“Nós só teremos vantagem se esses jogadores conseguirem traduzir a experiência em campo para os demais. Mas é o que eu digo, não será um jogo fácil porque estamos numa preparação e ainda é muito cedo. Não há favoritos”, garante.
De acordo com as últimas formações testadas pelo comandante, provavelmente nove atletas remanescentes devem compor a onzena, começando pelo goleiro Fabiano.
Seguem o volante Dadá, que pode ser improvisado na lateral-esquerda; os zagueiros Max e Raphael Andrade, e o lateral-esquerdo Jadilson. Na cabeça de área, Ilaílson e Eduardo Ramos no meio. Na frente, completam Roni e Rafael Paty.
(Diário do Pará)
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