No final da última temporada, após dois anos de trabalho, o programa de sócio-torcedor do Paysandu atingiu sua meta inicial de cerca de dez mil associados.
Mesmo com as oscilações mensais na taxa de assiduidade, o programa se tornou uma fonte de receita maior do que qualquer patrocinador, com arrecadação média de R$ 350 mil mensais.
Diante desse quadro, o primeiro de sucesso entre os projetos de fidelização de torcedor no Pará, outros clubes começaram a se movimentar nesse sentido. Entre os interioranos, o Castanhal tem a primazia de ser o primeiro a lançar oficialmente um projeto de sócio-torcedor, o programa Japiim da Estrada.
“Estamos atentos a essas mudanças no futebol e não poderíamos ficar de fora dessa linha de pensamento que é o sócio-torcedor. Nosso programa já está em vigor e o interessado pode se inscrever através da sede do clube ou em estabelecimentos parceiros, como a farmácia Vitória”, explicou o vice-presidente do clube, Iran Moraes.
Para virar sócio, o torcedor deve fornecer informações para cadastro e pagar um valor de R$ 50, que lhe dará direito a ingresso gratuito em todas as partidas com mando de campo do Castanhal.
“O torcedor em dia recebe a carteirinha, tem direito a entrada nos jogos e descontos em uma série de instituições, como farmácias, academias, escolas e outras empresas”, argumenta o dirigente do Japiim.
À diretoria, resta agora esperar para ver se o torcedor de Castanhal vai abraçar a iniciativa. Por enquanto, sem competições a disputar nesta temporada, além do Campeonato Paraense, o clube deve fazer, como mandante, algo em torno de cinco a nove partidas, dependendo do seu desempenho durante o campeonato.
(Diário do Pará)
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