Se no Paysandu a ausência do atacante Bruno Veiga é lamentada pela pelo técnico Sidney Moraes, no Gavião o comandante Vitor Jaime tem muito mais dificuldades. O clube não conseguiu regularizar a tempo um bom número de seus atletas para a estreia no campeonato. Entre esses atletas estão Wellington Cabeça, Monga, Júlio Cesar e Cléo. Com isso, o treinador está sendo obrigado a se conformar com o material humano que tem em mãos. A equipe vem a Belém definida por Jaime sem algumas peças importantes. No ano passado, o time indígena também estreou no Parazão enfrentando o Paysandu, na Curuzu. O visitante vendeu caro a vitória ao adversário. Este ano, a equipe do sul do Estado vem à capital disposta a fazer mais. O objetivo, segundo Jaime e seus jogadores é atropelar o Papão. O treinador espera tirar proveito do fato de a formação bicolor ainda não ter o entrosamento adequado. “Apesar dos desfalques estamos tranquilos”, disse. “Havia preparado um time e de repente tive de mexer no esquema devido a não transferência de alguns atletas”, comentou o treinador. “Tentei dar um corpo ao time, que acabou sendo descaracterizado. O grupo sentiu a saída desses desfalques”, disse. “Mas vamos para a partida com o objetivo de atropelarmos o Paysandu”, afirmou Jaime, que pretende jogar água no chope do Papão, que hoje comemora 101 anos de fundação. |
(Diário do Pará)
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