De um lado o elenco mais caro, do outro o mais experiente da chave. De um lado o líder do Grupo A2 joga com a chance de conquistar a classificação, do outro o vice-líder, que pode assumir a liderança e travar no adversário na briga pela vaga às semifinais. E para completar o ambiente, a pressão de dois jogos sem vitória joga uma carga extra de pressão sobre os comandados do técnico Sidney Moraes, que disputam a última partida como mandantes na primeira fase. O duelo de hoje, às 20h30, entre Paysandu e Cametá, no estádio da Curuzu, tem todas as marcas de uma ‘briga de cachorro grande’, e quem titubear vai sair machucado.
A derrota para o Tapajós, jogando um futebol decepcionante, e o empate com sabor de derrota para o Santos-AP, na estreia da Copa Verde, com um apagão que quase custou a derrota, jogaram uma mão de dúvidas sobre o trabalho do técnico bicolor, que não confirmou o time para o jogo desta quarta-feira, mas aposta em algumas mudanças.
No último treinamento da equipe, o treinador trocou o zagueiro William Alves pelo reserva Magno Alves e o atacante Leandro Cearense por Héber. O técnico também sinalizou no treino a possibilidade de jogar com três volantes – Ricardo Capanema, Augusto Recife e Jhonnatan. Nesse caso um dos meias ou um dos atacantes poderia ser sacado do time.
No Cametá o técnico Cacaio não tem nenhum desfalque e deve lançar a campo a mesma equipe que jogou as últimas duas partidas. “Vencemos um jogo difícil contra o Paragominas e conseguimos um empate diante do Gavião, o que é sempre um bom resultado fora de casa. O time vem jogando bem, e para render tudo que pode precisa pegar entrosamento”, disse o treinador, que aposta na dupla de ataque Branco e Cassiano para se aproveitar das brechas na defesa adversária.
(Diário do Pará)
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