A expectativa sobre o julgamento do Clube do Remo no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) foi esfriado com a repentina decisão pela retirada do processo da pauta de julgamentos. A apreciação do recurso estava programada para a última sexta-feira (27) e só deve ser retomada em meados do mês de março. O motivo para o cancelamento foi a falta de quórum no plenário. Pior para o Leão, que já havia deslocado o advogado André Cavalcante, ex-diretor jurídico, para fazer a defesa, já que na época da partida contra o River-PI, pela Série D, ele era o responsável pelo jurídico. Ao lado, Osvaldo Sestário completou a bancada azulina. O recurso impetrado pelo Procurador do tribunal, Paulo Schmidt, pedia revisão da pena de uma partida (já cumprida) mais multa de R$ 5 mil, por outra de cinco partidas mais R$ 50 mil. VIOLÊNCIA O incidente aconteceu no dia 14 de setembro, em Bragança. A partida teve momentos de pancadaria generalizada, que forçou a Polícia Militar a paralisar o jogo. Na argumentação da procuradoria, o Clube do Remo já é reincidente na prática de violência e baderna de seus torcedores, provocando inúmeros prejuízos ao clube, ano após ano tendo que cumprir partidas fora de casa. Se for absolvido, em muito tempo, o Remo finalmente voltará a mandar seus primeiros jogos por competições nacionais dentro de Belém. (Diário do Pará) |
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