No próximo dia 29, Clube do Remo e Paysandu disputam o primeiro clássico oficial da temporada. O fracasso no primeiro turno tirou as pretensões de um encontro antecipado. Os dois times foram eliminados em seus respectivos grupos. Na prática, isto representou um baque nas finanças da dupla e agora pode causar um conflito diplomático entre os maiores clubes do Estado.
Tudo por conta da divisão de renda do clássico. Pela tabela, o mando é do Remo, mas o Paysandu deseja que a quantia arrecadada seja dividida.
O vice-presidente e o diretor de futebol do Remo chegaram a opinar, mas nada que representasse uma posição concreta do clube. Para acabar com o suspense, o presidente Pedro Minowa comentou o caso. “Tudo é só especulação. Não Temos nada decidido, nem o próprio Paysandu eu vi se manifestar sobre esse assunto. Eu não fui procurado. Parece que teve um diretor dos meus que deu um ponto de vista, mas foram claros que o Remo é o grupo, é de todos que o fazem”, declarou o presidente.
“Estamos prontos para o diálogo, mas até o momento não fomos procurados. Pelo regulamento, o mando é nosso, e quando foi aprovado o campeonato, na primeira reunião na Casa Civil, quem se manifestou contrário à mudança de mando de campo foi o Paysandu. Eu não posso falar nada porque o presidente deles não veio me procurar. Temos um bom relacionamento, estive com o Maia na FPF para reunir pra assinar contrato, mas nada disso foi comentado”, encerra.
SAÍDA
Antônio Mileo aproveitou para falar da sua saída da diretoria de futebol do Clube do Remo. Assuntos profissionais levaram o afastamento do diretor do cargo, porém Mileo garantiu que continua assessorando o clube.
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(Diário do Pará)
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