Nos primeiros dias de trabalho na Curuzu, Dado Cavalcanti tem mostrado bom entrosamento com a direção do clube. O diretor de futebol Roger Aguilera tem se mostrado agradado do trabalho desenvolvido. “Outro dia o Dado me falou ‘posso até não escolher o melhor esquema tático, mas um sistema de jogo claro vocês vão ver, porque eu trabalho muito em cima disso’. Acho que é o que o time precisa, ganhar uma forma bem definida e aprimorar com os jogos. Ano passado o Mazola montou um time que não tinha um futebol vistoso, mas era forte. Dentro das limitações do elenco, que eram bem maiores, conseguiu levar o time à final da Série C”, comparou o dirigente. Aguilera, no entanto, acredita que não houve erro na aposta no técnico anterior. “No Paysandu, como nos times anteriores, o Sidney (Moraes) chegou por mérito. Após a grande campanha com o Icasa, não faltou quem recomendasse a contratação dele. Mas tivemos alguns problemas que não foram de ordem técnica, mas física”, alegou. Segundo Roger, um profissional da preparação física, de dentro do clube, havia detectado problemas nessa área e repassado à diretoria, que chamou o então treinador para discutir o assunto. Discordando da avaliação e sem aceitar abrir mão de sua comissão técnica, clube e treinador entenderam que seria melhor mudar. “Não tomamos a iniciativa por conta própria. Realizamos testes no elenco e repassamos ao nosso fisiologista, o Adriano Lima, que avaliou e detectou que havia algo de errado na parte física, provavelmente pela metodologia que estava sendo empregada”, encerrou. (Diário do Pará) |
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar