Insatisfeito com o critério adotado pela Federação Paraense de Futebol, que determinou o local da final do primeiro turno como sendo o estádio Navegantão, em Tucuruí, a direção do Parauapebas vem até a capital paraense para discutir o que eles consideram uma afronta ao regulamento. Florismar Pontes, presidente do PFC, vem pessoalmente tratar do assunto e considera que a partida deva ser disputada no Rosenão, em Parauapebas.
A alegação do dirigente, segundo ele, está legalmente contida no regulamento aprovado pelos clubes no momento da assinatura, onde consta que o jogo único da final deve ser realizado com mando para o clube que terminar a primeira fase em primeiro lugar, condição que o Parauapebas alcançou com 9 pontos, a mesma pontuação do Independente - o PFC ficou à frente dos tucuruienses no confronto direto como critério de desempate.
“O regulamento está bem claro. A primeira fase classificatória define o mando de campo. Na segunda fase entram todos sem pontuação. Nós vamos até o final pelo nosso direito. Nós conquistamos os resultados no gramado e queremos que o regulamento se faça valer”, disse o presidente Florismar Pontes.
A comitiva que se reúne na tarde de hoje, com o Coronel Antônio Carlos Nunes de Lima, presidente da FPF, é composta também pelo diretor de futebol Benigno e dos advogados Robson Silva e Jair Diogo.
(Diário do Pará)
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