Indiferente a quem estará a seu lado na zaga do Paysandu, diante do Naça, o zagueiro William Alves, confia que a ausência de Dão, com quem jogou seis das sete partidas da equipe na temporada, não deve comprometer o desempenho do setor bicolor. “Essa mudanças são normais no futebol, ainda mais em início de ano, quando muitos jogadores são contratados. Sabia que mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer”, afirmou.
O defensor elegeu o diálogo como principal fator de superação à falta de entrosamento entre os dois cotados para substituir Dão, no caso, Romário e Marquinho. “Além dos treinos que fizemos juntos, conversei bastante com o Romário e com o Marquinho. O diálogo é o mais importante para que ocorra o bom entendimento entre a gente. Acho que não teremos problemas”, prevê William.
Para o zagueiro, o fato de jogar em casa deve ser levado em conta pelo Papão diante do Naça. “A Copa Verde é diferente. É mata-mata e, por isso, precisamos fazer um bom resultado no primeiro jogo para que o time tenha tranquilidade na partida de volta”, declarou, referindo-se ao jogo do dia 22, em Manaus (AM).
William dá a receita para que o Papão chegue ao seu objetivo. “O time tem de errar o mínimo possível para que a vitória venha, se possível com um bom placar”, ensina. O fator torcida, segundo ele, deve pesar em favor do time da casa. “O torcedor, todo mundo sabe, é o 12º jogador e contamos com ele para superar mais este obstáculo”.
(Diário do Pará)
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