Aos poucos o plantel azulino vai ganhando contornos finais no processo de inchaço provenientes das contratações de reforços. Até o momento foram dez, sem catalogar oficialmente a legalização do atacante João Victor, promovido da base para o profissional.
Talvez, o último reforço seja mesmo o meia-atacante Mateus Carioca. Não o bastante correr contra as dificuldades financeiras em manter um atleta de ponta, o tempo de regularização deles é mínimo. “O atleta tem que estar no BID até amanhã (hoje), às 19 horas, senão ele não poderá jogar o Campeonato Paraense. Nós estamos tentando, dia e noite”, informa o executivo de futebol do clube, Fred Gomes.
O problema é que as buscas nem sempre dão certo. “Às vezes esses nomes não combinam no salário, no número de transferências e em outras situações que nos impediram, como tempo curto e concorrência”, exemplifica, ao citar o caso do atacante Siloé, que não veio por questões contratuais com o atual time.
Além dele, o companheiro de área, Matheus Lima, também esteve perto de assinar contrato com o Leão. “O Siloé foi um caso desses. Contatamos o empresário dele por mais de uma semana, que deixou tudo encaminhado, mas condicionado aos dois jogos que ele iria fazer pelo estadual e o time acabou perdendo”, revela Fred Gomes.
Quanto ao atacante Matheus Lima, do Operário-PR, o atleta não veio por conta das duas transferências feitas na temporada.
(Diário do Pará)
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