Toda vez que entram em campo, os azulinos parecem invocar uma prece especial, de tão forte que é o seu efeito. Como explicar uma atuação fraca, com poucas oportunidades, sufoco do adversário, gol anulado, e ainda assim, no apagar das luzes, uma cobrança de falta reverter todo o perigo de 90 minutos em uma vitória com sabor de superação? Nem eles próprios pareciam acreditar após a partida.
O gol que decidiu o jogo saiu de uma bola parada, o que, em tese, independe do esforço durante a partida, mas na opinião de quem venceu, sobretudo do técnico, a vitória nada mais é do que uma simples consequência do futebol: quem não faz, leva.
“É isso mesmo. Tem que acreditar. Eu vim pela vitória. Dava para ter feito no primeiro tempo, mas na etapa final esperamos o momento certo e conseguimos os três pontos”, comemorou Zé Teodoro.
Na visão dele, toda a pressão sofrida pelo Remo nos dois tempos poderia ter sido menor, caso o time tivesse maior pontaria na hora de finalizar as poucas jogadas que foram trabalhadas ao longo dos 90 minutos.
Sem dúvida, o Cametá foi melhor. O goleiro Fabiano que o diga: fez três defesas milagrosas, ainda assim, a baixa atuação dos homens de frente, causada principalmente pelo desempenho pífio do meio-campo, mereceu a vitória, mas sem poder esquecer os problemas.
“Mais uma vez o time criou boas oportunidades, mas deixou escapar chances que não eram permitidas errar. Acho que o time está melhorando, ainda que tenhamos tido pouco tempo para trabalhar. Essa sequência vai sendo aperfeiçoada durante as partidas. Sabemos dos nossos erros, mas a primeira parte da meta foi cumprida. Vamos atrás das outras que são tão importantes quanto essa”, finalizou o treinador.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar