Com a necessidade de vencer por 3 a 0 ou por quatro gols de diferença para avançar à semifinal da Copa Verde, o Nacional-AM não só vai precisar de seu ataque, mas também que sua defesa evite levar gol. Isso porque, caso o Papão venha a marcar no estádio da Colina, a classificação do time manauara ficará ainda mais distante, já que o regulamento do torneio prevê que gol na casa do adversário tem peso duplo. A missão do Naça, como reconhece o goleiro Rodrigo Ramos, “é difícil”, mas, segundo ele, “não impossível”.
Ramos se ampara nas surpresas que o futebol costuma prega para acreditar na classificação do Nacional. “O futebol tem dado mostras de que e possível reverter isso. Temos que ter tranquilidade”, aponta.
O fato de o jogo ter sido remanejado da Arena da Amazônia para a Colina, estádio bem mais acanhado, pode ser, na visão do goleiro, um aliado da equipe da casa. “A Colina é um campo onde a gente está acostumado a jogar, que tem dimensões pequenas. Então nós temos que explorar o que nós temos de melhor e tentar surpreender”, recomenda.
O goleiro ressalta que não só o ataque, mas também todo o restante do time terá uma grande responsabilidade na partida. “Ter que fazer gols e não levar nenhum traz uma pressão maior, mas temos que estar ligados no jogo a todo instante”, observa.
O jogador argumenta ainda que a equipe conta com jogadores experientes e, portanto, bem talhados para missões espinhosas, como a de amanhã. “Vamos ter de tirar proveito também desse aspecto para construir o resultado que precisamos”, encerra.
(Diário do Pará)
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