De fora do jogo da última quarta-feira em função de uma lesão que sofreu na coxa, o atacante Bruno Veiga, 25 anos, é uma das armas do Paysandu para os clássicos que o time fará contra o maior rival, o Remo.
O atacante tem se constituído na principal referência do ataque do Papão, embora tenha marcado até aqui apenas três gols, dois deles pela Copa Verde e o outro pela Copa do Brasil. Hoje, no primeiro Re-Pa decisivo da série que vem por aí, o atacante espera aumentar sua marca e se firmar de vez como o goleador time, posto ocupado atualmente por Yago Pikachu, com quatro gols.
Neste bate-papo, Veiga fala sobre a sua expectativa para o Re-Pa e diz, entre outras coisas, que o jogo de hoje tem a mesma importância que o Re-Pa amistoso do início da temporada.
Diário do Pará: Você hoje se sente bem melhor do que no primeiro Re-Pa para encarar o maior adversário bicolor?
Bruno Veiga: Com certeza, no primeiro clássico estávamos iniciando uma temporada, tínhamos feitos poucos treinamentos juntos, o nosso time agora é que está se encaixando. Tenho certeza que serão grandes jogos.
Diário: Há muita diferença entre jogar um amistoso, como foi o primeiro Re-Pa do ano, e clássico decisivo? Como serão esses próximos confrontos?
Veiga: Clássicos sempre são importantes, não existe isso de ser amistoso e perder o valor. Ninguém quer perder. A única diferença é que no início do ano não tínhamos uma formação e nem entrosamento, agora já temos. Na Copa Verde tem um diferencial a mais por ser eliminatório, mas isso com certeza nos dará mais motivação pra fazer uma boa partida.
Diário: Existe favorito ou as condições estão equilibradas?
Veiga: Jogos como o Re-Pa, um dos grandes clássicos do futebol brasileiro, nunca têm favorito, mas com certeza as duas equipes estão em condições bem equilibradas e vai vencer a equipe que tiver menos erros durante os 90 minutos de cada uma das partidas.
Diário: Depois dessa série de jogos ao lado do Aylon, o entrosamento com o companheiro já é o ideal ou ainda falta alguma coisa?
Veiga: Eu e o Aylon estamos ganhando, aos poucos, um bom entrosamento. Acho que já evoluímos muito desde o primeiro jogo que fizemos até agora. Mas é claro que sempre falta alguma coisa, algo mais. Estamos trabalhando para atingirmos o mais rápido possível o entrosamento ideal.
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(Diário do Pará)
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