O Clube do Remo passa por uma crise que vai além das quatro linhas do gramado. Como se já não bastasse o dia seguinte após a derrota para o maior rival, Paysandu, as coisas parecem ficar piores no ambiente azulino.
No começo da tarde desta segunda-feira (6), a fornecedora de energia elétrica no Pará, teria cortado a energia da sede da instituição. Localizada na avenida Nazaré, em Belém.
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O vice-presidente do Remo, Henrique Custódio, e o diretor executivo de futebol, Fred Gomes, não confirmaram a informação. Custódio estava em seu consultório particular, onde trabalha como cardiologista. Fred estava cumprindo agenda de trabalho no estádio Baenão e ambos desconversaram sobre o assunto.
A reportagem telefonou para os números de contato disponíveis na sede azulina, mas não foi atendida.
O corte de energia foi apenas mais um capítulo no drama financeiro em que o clube vive. As rendas dos jogos do Remo estão muito abaixo do que costumavam a ser em relação ao seu principal adversário, e os salários dos jogadores ainda permanecem atrasados há pelo menos dois meses.
Há quase uma semana, outra situação que ilustra a crise financeira remista aconteceu quando três jogadores do elenco ameaçaram deixar o clube. Mateus Carioca, Ciro Sena e Flávio Caça-Rato demonstraram insatisfação com os atrasos de salário e chegaram a ameaçar uma debandada. Porém, apenas Caça-Rato confirmou a sua saída alegando motivos pessoais.
(Ronald Sales/DOL)
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