Após todas as providências legais terem sido tomadas entre o goleiro Paulo Wanzeler do São Francisco e o auxiliar Marcio Gleidson Correia Dias (ASP-FIFA), o departamento de arbitragem da Federação Paraense de Futebol (FPF) irá pedir que o agressor seja banido do futebol.
“É inadmissível que nos dias de hoje venham ocorrer fatos ‘animalescos’ como estes. Como membro do Sindicato dos Árbitros do Pará (Sindarp) e presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, não posso aceitar isso. Medidas serão tomadas nas esferas civil e criminal”, explicou José Guilhermino de Abreu.
Paulo Wanzeler defende o São Francisco. (Foto: Reprodução/Facebook)
A Federação ainda não publicou a súmula do jogo entre Cametá e São Francisco ocorrido ontem, no Parque do Bacurau. O árbitro Benedito Pinto da Silva tem 24 horas para protocolar o documento na sede da FPF. Após domínio da súmula, com o relato de Benedito, o documento será encaminhado também para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), para que ocorra julgamento também.
“O Wanzeler foi um menino criado na base do Paysandu é inadimissível que ele apenas peça desculpas, ele tem que ser banido mesmo do futebol e servir de exemplo”, desabafou.
Guilhermino comentou ainda sobre a marcação do pênalti atrasado.
“Todos são seres humanos, passivos a erro. O auxiliar só ajudou o árbitro que não conseguiu ver o lance, todos podem cometer erros. Mesmo que Gleidson estivesse errado nada justifica a agressão que ele sofreu”, disse.
O trio de arbitragem da partida de ontem deve chegar até o fim da manhã em Belém.
(DOL)
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