Depois de descansar praticamente um dia inteiro, a delegação azulina participou de uma única movimentação na tarde de ontem, no estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. O resumo da atividade foi centrado na movimentação e posicionamento dos atletas. Tudo porque o técnico Cacaio resolveu não fazer mistério em relação à onzena que começa a partida.
A formação do time será exatamente a que se espera: montada no 4-4-2, com dois meias e dois volantes, liberando um pouco a articulação dos laterais e abastecendo o ataque. “A equipe é essa, o que vai mudar, no máximo, é o posicionamento dos atletas durante o jogo, mas a base do time vai ficar assim. As mudanças devem ocorrer conforme o jogo vai andando e a nossa necessidade”, entrega o técnico Cacaio, que tem o retorno do volante Dadá, no lugar de Ilaílson.
Outro fator que o desperta confiança no elenco é o entrosamento entre as peças. Cacaio tem feito um rodízio de jogadores durante os jogos, que conseguiu afinar todos os setores, incluindo titulares e reservas. “A gente já sabe como jogar, e por ter passado por isso, temos essa experiência”, entende. “Os jogadores sabem como agir: o Eduardo volta pra marcar, o Ratinho também faz essa função, todos eles já sabem suas funções dentro do time”, ressalta.
Embora a partida seja bem favorável aos azulinos, Cacaio quer evitar que o time entre em campo com a sensação de “já ganhou”, e ordenou seus atletas a encerarem a final como uma partida qualquer, sem favorito e vantagem. “O importante é jogar com respeito ao adversário e de igual para igual e só comemorar depois que o árbitro decretar o final da partida”, completa.
(Diário do Pará)
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