Quando o julgamento do Clube do Remo no STJD relacionado à partida entre Remo e River, pela Série D do ano passado, foi adiado, a impressão que se teve era que tudo conspirava a favor. O problema é que os ventos dessa maré boa viraram e todos os problemas resolveram cair no colo azulino de uma única vez.
Nesta quinta-feira está marcada a audiência no Superior Tribunal de Justiça, que pede a revisão da pena aplicada sobre o clube, decorrente da partida contra o River-PI, no dia 14 de setembro, quando torcidas organizadas entraram em um confronto generalizado. Na época, o Remo pegou uma partida de suspensão, mais multa de R$ 1 mil.
A procuradoria da corte recorreu e pediu a pena máxima de 10 jogos e um novo julgamento foi marcado para o dia 7 de maio deste ano, mas dois dias antes foi adiado para hoje. O advogado da causa, André Cavalcante, viajou até o Rio de Janeiro para fazer a defesa do clube, mesmo sem saber se ele acontecerá, pois segundo a pauta de julgamentos do dia, não há registro do caso azulino para esta quinta.“Rumo ao Rio de Janeiro. Amanhã teremos uma árdua batalha no STJD. Agora não tem mais A ou B, tem só o Clube do Remo e isso que importa”, escreveu André em uma página de rede social.
Por outro lado, o jurídico azulino ainda precisa conseguir verba para saldar compromisso com o atacante Zé Soares, que ganhou R$ 380 mil na Justiça do Trabalho; resolver as pendências de Athos e Leandrão, que pediram respectivamente 1 milhão e 347 mil, além de uma suposta ação do ex-diretor executivo, Emerson Dias, que teria exigido mais 1 milhão do Remo, fato que não é de conhecimento do clube.
(Diário do Pará)
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